historia

Alunos e professores dos cursos de Serviço Social, de Pedagogia e de Direito visitaram, no dia 3 de setembro, a comunidade Quilombola Carrapatos de Tabatinga, no Bairro Ana Rosa, em Bom Despacho. A atividade contou com a participação de 45 estudantes.

A visita foi organizada pelo Coordenador do Curso de Serviço Social, Prof. Warles Rodrigues Almeida, junto com as docentes, Profa. Ma. Maria Francisca Lopes de Souza e Profa. Ma. Nélida Caseca Reis.

O grupo foi recebido e acompanhado pela líder da comunidade, Sebastiana Geralda Ribeiro da Silva, e pela Secretária Municipal de Cultura, Tânia Maria Teixeira Nakamura.            

O Prof. Warles Rodrigues Almeida ressaltou que a atividade teve como objetivo proporcionar aos estudantes conhecimento sobre a história e a cultura dos Quilombolas. “São representantes de uma organização social caracterizada pela vivência de povos afrodescendentes, que se recusaram à submissão, à exploração, à violência do sistema colonial e ao escravismo impostos pelas classes dominantes”, explicou.        

Para a aluna de Serviço Social, Lorena Soares Terra Rosa, foi um momento ímpar para a sua formação, proporcionando contribuições valiosas sobre o conhecimento da cultura quilombola.

A Profa. Ma. Nélida Reis Caseca afirmou que os alunos do Curso de Direito tiveram suas percepções bem alteradas, depois da visita, o que é um papel importante do Centro Universitário.

“Aprender sobre a dignidade da pessoa humana, igualdade e quilombolas na Constituição, teoricamente, não geram a mesma empatia que estar em contato com os quilombolas. Estar com eles é o que justifica e se entende a razão pela qual um povo vulnerável e que representa uma minoria precisa ser olhado de forma diferente. É o UNIFOR-MG formando para a vida!”, constatou.  

Aprendizado                                             

O estudante do Curso de Direito, Guto Alves Frazão, considera importante observar a luta das mulheres negras no passar dos anos e, na visita, verificou que a liderança é bem feminina.

Já o estudante do Curso de Direito, Douglas Modesto Souza, relatou que a atividade muda a visão da cultura afro no Brasil, quebrando preconceitos. Para o discente de Pedagogia, Deivid Péricles Pinto, a iniciativa proporcionou o seu crescimento pessoal e acadêmico, ampliando a sua visão e o seu respeito à diversidade cultural.

O aluno falou sobre as ações realizadas na comunidade pela associação liderada por Sebastiana Geralda Ribeiro da Silva e seus familiares. Ele disse que é um trabalho social admirável, com a oferta de vários cursos, oferecendo oportunidades aos moradores.

“O que mais atraiu minha atenção foi a história narrada por Dona Sebastiana, quando disse que os quilombos sofreram muito no passado. Essa idosa adorável, de farta experiência de vida, transmitiu para nós conhecimentos sobre a cultura de seu povo e nos emocionou com os seus depoimentos”, comentou.

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