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HOMENAGEM AO DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA.

Na semana em que se comemora o Dia da Consciência Negra, o coordenador do DAPP (Departamento de Apoio a Pessoas e Patrimônio da FUOM), Elton Jesus de Souza, publica um texto sobre o preconceito racial.

 No mês de novembro, exatamente no dia 20, comemoramos o Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra. Essa comemoração nos remete a tempos árduos e sofridos pelos negros neste país.

Maus tratos, trabalho escravo e demais crueldades impostas ao ser humano, que era julgado pela cor de sua pele. Zumbi, em 1675, foi o principal representante da resistência negra à escravidão na época.

Nos tempos atuais, após anos de lutas contra a escravidão, ainda existem pessoas que são escravizadas pelo preconceito, pela intolerância racial, embora se fale que não há o racismo.

Preconceito é só observar o comportamento de algumas pessoas quando um negro ocupa uma posição de destaque, eles não acreditam ou acham um absurdo. Conversando com uma colega, há algum tempo sobre o assunto, ela me relatou que uma pessoa perguntou onde ela trabalhava e quando ela respondeu que era na empresa X, a pessoa logo disse: “Você é faxineira?” Julgando que, por ela ser negra, não poderia exercer outra função. Quando minha colega respondeu: “Não, eu sou professora”, a cara de espanto tomou conta da pessoa.

Ser negro neste país é saber que construímos tudo e nos desenvolvemos, mas sabemos que ainda há vestígios de preconceito, ainda temos que acabar com as trancas que prendem as pessoas ao preconceito, acabar com as chibatas da intolerância, destruir as senzalas que abrigam as diferenças sociais que separam os melhores postos da sociedade pela cor da pele e não pela competência do ser humano que, independentemente da cor de sua pele, o que tem que ser observado é a competência de cada um, seu dinamismo, sua capacidade de vencer e de transformar obstáculos em soluções, sofrimento em combustível forte para prosseguir.

Assim, devem ser todos os negros que venceram e vencem todos os dias os desafios do dia a dia, para mostrar que somos e fazemos a diferença não pela cor da pele, mas pela competência e força de vontade de sempre vencer.

 

ELTON JESUS DE SOUZA

Coordenador do DAPP (Departamento de Apoio a Pessoas e Patrimônio da FUOM)

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